Mais do que nunca é hora de se qualificar!

Radiologia oferece um amplo mercado de atuação e, assim como qualquer outra área, exige especialização

 

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O setor de radiologia desperta cada vez mais o interesse na busca pela formação como operadores de equipamentos de diagnósticos por imagens ou para o controle da proteção radiológica. Dentre os fatores que estimulam profissionais a escolher a área estão: carga horária reduzida, piso salarial definido em lei e férias semestrais.

Ingressar neste campo é uma oportunidade interessante para quem está pensando em mudar de carreira e possui o ensino médio completo ou até para os que estão em busca do primeiro emprego. A formação em radiologia (técnico e tecnólogo) permite ao participante a qualificação necessária para ingressar no mercado de trabalho. E para quem deseja se especializar na área e, com isso, aumentar seus rendimentos, um curso de pós-graduação é um diferencial.

O campo de atuação da radiologia é vasto, pois sua atuação não se limita a hospitais, clínicas ou laboratórios. A regulamentação permite que o profissional atue em especialidades como radioterapia, medicina nuclear, radiodiagnóstico e até mesmo na radiologia industrial. Para atuar nessas modalidades somente a formação base não é suficiente, é preciso investir em uma qualificação mais especializada.

Atualmente no país, o número de profissionais qualificados é insuficiente para preencher milhares de vagas disponíveis nessas áreas. Especificamente no campo da radioterapia, discute-se hoje uma necessidade de ampliação do número de aparelhos disponíveis no sistema público de saúde. Em algumas regiões, por exemplo, é preciso triplicar o a quantidade de aparelhos para atender à população com câncer. A urgência em adquirir aparelhos novos, por consequência, acelera a necessidade de contratação de mão de obra devidamente habilitada para operar esses equipamentos.

Outra área que está em expansão e demanda profissionais especializados é a de proteção radiológica. Estabelecendo medidas para proteger os indivíduos e o meio ambiente contra possíveis danos causados pela radiação ionizante, esses profissionais estão menos limitados a habilitar-se junto aos órgãos reguladores. Enxergando o crescimento do mercado, a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), por exemplo, não exige mais a comprovação de experiências práticas no ato da inscrição para realizar a prova de supervisor de radioproteção.

O mercado de radiologia continua atraente e, assim como qualquer outra área, exige uma formação cada vez mais especializada. Atenta a essas questões, a Maxim promove cursos de especialização, como Proteção Radiológica e Radioterapia. Clique aqui e não perca tempo para se qualificar!