Maxim abre o ano com diversos cursos

A partir de janeiro de 2017, a Maxim dará início a uma série de cursos, em quatro cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Dourados. Rio de Janeiro e Dourados recebem as duas pós-graduações da Maxim: Proteção Radiológica e Radioterapia. São Paulo e Fortaleza recebem apenas a pós em Proteção Radiológica. No Rio de Janeiro vai acontecer ainda o Curso de Férias de Formação em Radiologia Industrial, com duração de cinco semanas.

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Os interessados podem acessar a área Todos os Cursos para saber mais informações, como data de início, público alvo dos cursos e formas de pagamento e fazer a matrícula. Para acessar, clique aqui.

4 metas que você não pode deixar de cumprir em 2017

Quem nunca fez aquela lista enorme de coisas para realizar no ano novo? Aqui, listamos quatro que achamos fundamentais!

:: Cuidar da saúde

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Cuidar da saúde precisa estar nos nossos planos sempre. Ter uma boa alimentação, praticar algum esporte ou fazer uma atividade física são muito importantes. Também é fundamental que a gente escute o nosso corpo e saiba o momento de parar, relaxar, controlar o estresse. As vezes, a rotina pode ser muito corrida, mas sem um momento de tranquilidade nosso corpo acaba não aguentando.

:: Melhorar sua situação financeira

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É muito melhor viver com as finanças em dia e sem dívidas, certo? Para o próximo ano, faça um planejamento financeiro e corte despesas desnecessárias que podem estar inchando seu orçamento. Se organize para quitar suas dívidas e tente não fazer outras. Poupe uma parte dos seus rendimentos para uma emergência.

:: Estar mais com a família e os amigos

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Como já dissemos, as vezes somos engolidos pela rotina corrida e esquecemos de aproveitar a vida e de estar com as pessoas que mais gostamos. Esses momentos são muito importantes e nos fazem nos sentir melhor, dando mais motivação para encarar os desafios do dia a dia. Guarde aquele dia no final de semana, aquele fim de tarde ou um feriadão para estar com sua família e seus amigos.

:: Crescer profissionalmente

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Ninguém gosta de se sentir estagnado. Um novo ano sempre dá uma motivação especial para mudarmos de carreira, tentar uma promoção e um aumento salarial. Corra atrás disso! Estude, se atualize, procure diferenciais para o seu currículo. Em momentos de crise como o que estamos vivendo, esses são fatores determinantes.

Ano novo, vida nova! Saiba como mudar sua vida de verdade


ano novo; mudanças; planejamento

Muitas pessoas aproveitam essa época do ano para planejar mudanças na vida. O início de um novo ano é inspirador para o estabelecimento de metas, com o objetivo de fazer as modificações desejadas no trabalho, vida amorosa, família, saúde e no campo financeiro. Para conseguir colocar todos os planos em prática é importante se planejar bem e estabelecer metas possíveis de serem alcançadas, além de ter disciplina e foco durante o ano.

A saúde financeira é um importante fator que pode ajudar você a cumprir ou não outras metas. Faça uma lista dos seus ganhos e avalie seus gastos. Corte o que for desnecessário. Tente quitar suas dívidas e evite fazer outras. E fique atento no início de ano: nesse período, é comum termos contas extras para pagar. Um bom planejamento evita que você se atropele nas contas e fique enrolado pelo resto do ano.

Outra meta muito comum é a respeito da carreira. A maioria das pessoas sempre deseja alcançar uma colocação ou cargo melhor, ter um aumento salarial, trabalhar naquela empresa que sonha ou, até mesmo, mudar de profissão. Para isso, é fundamental se organizar para já começar o ano investindo em você. Cursos, workshops, palestras, oficinas e pós-graduações são sempre importantes para atualização profissional e para as pessoas que esperam esse salto na vida profissional para o próximo ano.

Na Maxim, as pós-graduações em Proteção Radiológica e em Radioterapia terão início a partir de janeiro, em quatro cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza e Dourados. Saiba mais e faça sua matrícula em http://maximcursos.com.br/new/todos-os-cursos/.

A indispensável pós-graduação

Hoje difundida, a pós-graduação passou por um processo gradativo e avançou no país a ponto de se tornar indispensável

 pos-maximO início e o desenvolvimento dos cursos de pós-graduação no Brasil estão atrelados à criação das universidades no país e à necessidade de capacitação frente ao mercado cada vez mais competitivo. A partir de 1930, com a proposta do Estatuto das Universidades Brasileiras, o recém-criado Ministério da Educação e Saúde Pública propôs a implantação de uma pós-graduação nos moldes europeus nas universidades. Esse modelo foi implantado primeiramente nos cursos de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro e na Faculdade Nacional de Filosofia e na Universidade de São Paulo.

Nas duas décadas seguintes, a pós-graduação no país cresceu pouco. Em 1940, o termo “pós-graduação” foi estabelecido pelo Estatuto da Universidade do Brasil e na década seguinte diversos acordos com escolas e universidades norte-americanas e brasileiras propiciaram o intercâmbio entre os países de estudantes, pesquisadores e professores.

A consolidação do ensino superior e das atividades acadêmicas ocorreu de fato no contexto de crescimento econômico e reforço no entendimento da indispensabilidade das pesquisas científicas e tecnológicas dos anos 1960 e 70. Em 1965 existiam em torno de 68 programas de pós-graduação no país e dez anos depois as universidades já disponibilizavam 429 opções de cursos de mestrado e 149 de doutorado. É nessa época que as distinções entre pós-graduações stricto sensu e lato sensu são estabelecidas, a primeira designando os programas de mestrado e doutorado e a segunda incluindo os cursos de especialização (como os cursos que a Maxim oferece).

Essa expansão não foi apenas quantitativa, mas promoveu a entrada de novos públicos no sistema, como as mulheres, que ingressaram maciçamente nos cursos superiores; pessoas mais velhas, já inseridas no mercado de trabalho, perceberam o ensino superior como uma nova oportunidade de crescimento na carreira; e a população de renda mais baixa, que antes não via a carreira universitária como perspectiva possível em sua formação. Assim, podemos afirmar que o nível de desenvolvimento humano de um país depende obrigatoriamente da qualidade da educação promovida por suas instituições.

Nas décadas seguintes o leque de opções de cursos stricto sensu e lato sensu cresceu exponencialmente, gerando uma maior possibilidade de inserção da população como um todo nas pós-graduações. Para se ter ideia, entre os anos de 1996 e 2014, o número de doutores cresceu quase 500%. O crescente avanço da pós-graduação no país serve de justificativa para a necessidade de aprimoramento e qualificação a fim de disputar uma vaga no mercado de trabalho.

Maxim participa da Conferência Internacional sobre Segurança Nuclear

Tendo como tema comprometimento e ação, a conferência serviu de espaço para discutir o  contexto atual e futuros desenvolvimentos na área

Alexandre Lima - Representante da Maxim

Alexandre Lima – Representante da Maxim Cursos

Seguindo o sucesso da Conferência Internacional sobre Segurança Nuclear: Reforçando os Esforços Globais, realizada em 2013, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) organizou nesta semana mais um evento sobre o tema. Realizada na sede da AIEA, na Áustria, o encontro reuniu milhares de pessoas e mais de 120 representantes dos Estados-Membros, que compartilharam conhecimento técnico e expertise sobre a área. O fórum global discutiu questões ligadas ao contexto atual e futuros desenvolvimentos da segurança nuclear.

Este ano, o tema do encontro é comprometimentos e ações que podem ser realizados nos âmbitos científico e tecnológico para a promoção da proteção. Foram realizadas mais de 30 sessões técnicas paralelas sobre questões científicas, técnicas, jurídicas e regulamentares específicas relacionadas com o tema. Os resultados dessas discussões servirão de base para o Plano de Segurança Nuclear da AIEA, que será adotado de 2018 a 2021.

Durante premiação de jovens cientistas no evento, o diretor-geral da AIEA Yukiya Amano,  fez questão de encorajar estudantes a considerar a carreira em ciência e tecnologia nuclear. Segundo Amano, a premiação “oferece à população jovem uma oportunidade de contribuir com a prosperidade para os países dos próprios participantes e do mundo inteiro”. Complementando a opinião de Amano, Tim Andrews, Chefe do Programa de Desenvolvimento e Seção de Cooperação Internacional, aponta que os jovens têm o potencial de fornecer novos e poderosos insights para o futuro da segurança nuclear.

 

Camila Araújo - Tecnóloga em Radiologia representante da Maxim Cursos

Camila Araújo – Tecnóloga em Radiologia e representante da Maxim Cursos

A conferência é o ambiente propício para interação entre empresas de várias partes do mundo, tanto na área educacional, como na área de consultoria técnica, além possibilitar o intercâmbio de conceitos entre os conferencistas. Buscando esta troca de ideias que eventos como este promove, a Maxim esteve representada pela tecnóloga em radiologia, Camila Araújo. Segundo a nossa representante, a “participação [neste evento] me fez enxergar que o Brasil está muito bem representado no contexto internacional, mas precisa ampliar seus recursos humanos e tecnológicos para disseminar melhor a cultura de segurança no país. A Maxim vem contribuindo com essa disseminação através do ensino, seja por meio de seus treinamentos, ou por meio de palestras durante eventos promovidos por faculdades e universidades”.

Lugar de mulher é na ciência!

 

Às vezes sem o devido reconhecimento, as cientistas já provaram que têm papel fundamental na ciência

 

Rosalind Franklin - a mãe do DNA Fonte: rosalindfranklin.edu

Rosalind Franklin – a mãe do DNA
Fonte: rosalindfranklin.edu

 

A ciência – assim como a maior parte da sociedade – reserva pouco crédito às mulheres, às suas contribuições e aos seus esforços. Por exemplo, de um total de 203 pessoas que ganharam o Prêmio Nobel de Física, apenas duas eram mulheres (Marie Curie em 1903 e Maria Goeppert-Mayer em 1963). Invenções e descobertas que transformaram a trajetória humana foram atribuídas, basicamente, aos homens, mesmo que o papel das mulheres tenha sido definitivo para as pesquisas.

A exclusão das mulheres no campo da ciência é histórica, pois durante séculos era comum em todo o mundo leis que proibiam mulheres de registrar qualquer tipo de propriedade em seus nomes, inclusive a intelectual. Isto é, quando algo era inventado a patente teria que ser registrada no nome de seus pais ou maridos. O exemplo mais famoso dessa injustiça é o caso da americana Sybilla Masters (1675-1720), inventora que patenteava suas criações no nome do marido Thomas Masters. Além de leis que impediam mulheres de registrar patentes, no passado o acesso à educação escolar era restrita aos homens.

Outro exemplo de exclusão de cientistas mulheres é a história da biofísica Rosalind Franklin, que na década de 1950 começou a aplicar estudos sobre a difração dos raios-x para determinação da estrutura da molécula do DNA. As pesquisas de Franklin levaram à compreensão sobre a estrutura e as funções do DNA, no entanto, apenas seus companheiros receberam o devido reconhecimento na época. Em 2010, comprovou-se que Franklin, hoje considerada a “mãe do DNA”, fez os melhores registros fotográficos da estrutura até então, usando técnicas de raios-x.

Embora o espaço das mulheres ainda não seja igual ao dos homens na ciência, há histórias de sucesso e devido reconhecimento. É o caso da química e física polonesa Marie Curie (1867–1934), que recebeu dois prêmios Nobel pelo pioneirismo nas pesquisas na área da radioatividade. A filha de Curie, Irene Joliot-Curie (1897–1956), seguiu os estudos sobre a radioatividade e recebeu o prêmio Nobel de Química, em 1935. Os trabalhos das duas constituem as maiores contribuições para a descoberta das características e técnicas de aplicações dos raios ionizantes.

É verdade que diversas mulheres já tenham sido recompensadas por seus trabalhos, porém isso não significa que a discriminação não exista mais. No entanto, como em diversas profissões, as mulheres vêm alcançando a equidade em relação ao sexo oposto e derrubando preconceitos. Especificamente no campo da radiologia, o papel das mulheres tem significantes resultados e alguns casos de reconhecimento, ainda que tardios. Assim, sobra esperança e desperta-se o estímulo para que elas estejam livres e possam contribuir cada vez mais com a ciência.

Mais do que nunca é hora de se qualificar!

Radiologia oferece um amplo mercado de atuação e, assim como qualquer outra área, exige especialização

 

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O setor de radiologia desperta cada vez mais o interesse na busca pela formação como operadores de equipamentos de diagnósticos por imagens ou para o controle da proteção radiológica. Dentre os fatores que estimulam profissionais a escolher a área estão: carga horária reduzida, piso salarial definido em lei e férias semestrais.

Ingressar neste campo é uma oportunidade interessante para quem está pensando em mudar de carreira e possui o ensino médio completo ou até para os que estão em busca do primeiro emprego. A formação em radiologia (técnico e tecnólogo) permite ao participante a qualificação necessária para ingressar no mercado de trabalho. E para quem deseja se especializar na área e, com isso, aumentar seus rendimentos, um curso de pós-graduação é um diferencial.

O campo de atuação da radiologia é vasto, pois sua atuação não se limita a hospitais, clínicas ou laboratórios. A regulamentação permite que o profissional atue em especialidades como radioterapia, medicina nuclear, radiodiagnóstico e até mesmo na radiologia industrial. Para atuar nessas modalidades somente a formação base não é suficiente, é preciso investir em uma qualificação mais especializada.

Atualmente no país, o número de profissionais qualificados é insuficiente para preencher milhares de vagas disponíveis nessas áreas. Especificamente no campo da radioterapia, discute-se hoje uma necessidade de ampliação do número de aparelhos disponíveis no sistema público de saúde. Em algumas regiões, por exemplo, é preciso triplicar o a quantidade de aparelhos para atender à população com câncer. A urgência em adquirir aparelhos novos, por consequência, acelera a necessidade de contratação de mão de obra devidamente habilitada para operar esses equipamentos.

Outra área que está em expansão e demanda profissionais especializados é a de proteção radiológica. Estabelecendo medidas para proteger os indivíduos e o meio ambiente contra possíveis danos causados pela radiação ionizante, esses profissionais estão menos limitados a habilitar-se junto aos órgãos reguladores. Enxergando o crescimento do mercado, a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), por exemplo, não exige mais a comprovação de experiências práticas no ato da inscrição para realizar a prova de supervisor de radioproteção.

O mercado de radiologia continua atraente e, assim como qualquer outra área, exige uma formação cada vez mais especializada. Atenta a essas questões, a Maxim promove cursos de especialização, como Proteção Radiológica e Radioterapia. Clique aqui e não perca tempo para se qualificar!