Como conciliar trabalho e pós-graduação

A pós-graduação é mais uma das exigências do mercado, mas será que dá para conciliar trabalho e estudo?

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Há um tempo a graduação já não supre todas as necessidades do mercado de trabalho e sua acelerada modificação. Cursos complementares e de especialização já fazem parte das exigências das empresas que veem como prioridade ter um time brilhante no seu quadro de colaboradores. Acumular conhecimento e se especializar tornaram-se, portanto, essenciais para alcançar um novo patamar na carreira em tempos de acirrada competitividade. Nesse contexto, podemos enxergar a pós-graduação como um dos caminhos para impulsionar e prolongar sua carreira profissional.

Mas e quando se está trabalhando, dá pra conciliar tudo com pós-graduação? A resposta é sim, e acontece mais do que você imagina! A tarefa não é fácil e requer planejamento, alguns ajustes e muito esforço. Por isso, separamos algumas dicas para que te ajudarão a encarar esse novo desafio.

 

Esteja certo sobre suas metas

Antes de se aventurar em uma nova jornada, certifique-se do que você pretende com a pós-graduação, se ela realmente serve para seu projeto de carreira, se se encaixa às suas necessidades e à disponibilidade de sua rotina. Para começar, saiba que existem, basicamente, dois tipos de pós-graduação: a stricto sensu, que reúne cursos de mestrado e doutorado, é mais demorada e exige muita leitura e pesquisa, você vai precisar elaborar estudos teóricos sobre problemas específicos; e a lato sensu, que engloba as especializações e MBAs, possui um aspecto mais prático e tem duração de dois anos.

 

Organize seu tempo

O tempo chega a ser escasso quando acumulamos diversas funções e nos propomos a executar muitas atividades, mas, se planejarmos, é possível administrar tudo. Não faça tudo ao mesmo tempo, divida as horas de estudo, da leitura, do lazer e do trabalho. Você consegue se organizar, pode ser por meio das tecnologias, com as agendas, planilhas e alarmes do celular, ou se preferir, simplesmente anote suas tarefas em um caderno. Habitue-se a trabalhar com prazos, assim você consegue gerenciar possíveis imprevistos sem se desesperar.

 

Não se cobre demais

Embora as pós-graduações sejam exigentes quanto ao conhecimento e dedicação dos alunos, pois serve como forma de aprimoramento, ser duro consigo mesmo nem sempre é necessário, e muitas vezes pode atrapalhar. Evite se sobrecarregar com mais tarefas do que você pode realizar, tanto no trabalho quanto nos estudos. Reserve um momento para diversão com a família, com os amigos, talvez até um happy hour com os colegas de curso. Celebre as conquistas, ainda que pequenas.

 

Considere pedir apoio

Familiares, amigos, namorados podem te ajudar durante esse momento, converse e deixe claro para todos o quão importante é pra você abrir mão de certas festas, reuniões, encontros. Não se esqueça de deixar tudo bastante claro com seu chefe e seu orientador, eles podem ser grandes parceiros também. Além disso, ser sincero conta a seu favor, pois mostra que você é esforçado e está em busca de algo maior.

Às vezes ser bem sucedido no trabalho e na pós-graduação pode parecer difícil, por isso é sempre importante focar nos objetivos e nos benefícios que um esforço a mais pode trazer. Desistir está fora de cogitação. Agora é só ir à luta!

Mecanismo de segurança, o uso do scanner corporal nos aeroportos do Brasil ainda não possui a devida regulamentação

Desde que a ameaça terrorista aumentou seu poder de alcance pelo do mundo, diversos países viram a necessidade de sofisticar os procedimentos de segurança nos aeroportos. Diante desse cenário, o scanner corporal tornou-se uma forma eficiente para assegurar as revistas dos passageiros.

Assim como os aparelhos de ressonância magnética, o bodyscan consegue reproduzir um modelo 3D de pessoas e objetos por meio de ondas de radiofrequência que não ultrapassam o corpo e são refletidas para vários receptores posicionados em diferentes ângulos. Apesar de apresentar algumas vulnerabilidades ou “pontos cegos”, o aparelho torna os contornos dos corpos visíveis, o que possibilita enxergar objetos estranhos, como cápsulas de drogas, armas ou bombas.

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Inicialmente utilizados para complementar ou substituir detectores de metal, os bodyscanners começaram a operar em aeroportos americanos a partir de 2007. Em 2010, o Departamento de Estado Americano doou ao governo brasileiro quatro máquinas de bodyscan para atuarem nas revistas de passageiros dos principais aeroportos do país. Nos últimos meses, o uso dos equipamentos no Brasil se intensificou diante do aumento de pessoas nos aeroportos por conta da Olímpiada.

Ainda que seja considerada uma maneira eficiente na proteção contra o terrorismo e no combate ao tráfico de drogas, a utilização desses equipamentos para a inspeção corporal gera críticas e dúvidas em relação à privacidade e preocupações com a saúde. Como qualquer outro aparelho que tenha como componente material radioativo, os bodyscanners emitem radiação, mesmo que de forma controlada, além de deixar à mostra as partes íntimas dos indivíduos inspecionados. Por isso, é fundamental que a operação desses aparelhos seja regulamentada e o acompanhamento da atividade seja realizado por órgãos competentes.

Profissionais devidamente habilitados devem controlar os aparelhos, a fim de evitar que os indivíduos inspecionados sejam expostos à radiação maior do que o permitido pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). De acordo com a Lei 7.394, que regula o exercício da profissão de radiologia, “os trabalhos de supervisão das aplicações de técnicas em radiologia, em seus respectivos setores, são da competência do Técnico em Radiologia”. Ainda, os operadores dos bodyscanners devem ter conhecimentos em anatomia e análise de imagens, para que a análise da inspeção seja precisa.

Em meio ao crescimento da demanda para a utilização desses aparelhos em aeroportos do país e em outros tipos de estabelecimento, como os presídios, o mercado de segurança pública irá abrir muitas vagas para técnicos e tecnólogos em radiologia. No Brasil, ainda não há um norma que regulamente a operação dos bodyscanners, mas a CNEN está preparando uma norma específica para o licenciamento e operação do bodyscan.

Maxim recebe inscrições para duas pós-graduações em Dourados

Depois do sucesso do Curso de Formação em Radiologia Industrial, a Maxim volta a Dourados, no Mato Grosso do Sul, dessa vez com duas pós-graduações. A partir de outubro, a cidade vai receber as pós em Proteção Radiológica e em Radioterapia. Os cursos, realizados em parceria com a FACAB, tem duração de pouco mais de um ano e devem ser concluídos em dezembro de 2017.

Pós-graduação Dourados - Radioterapia  - PARA APROVAÇÃO

 

Com o mercado de radiologia aquecido na região, fazer uma pós-graduação é um diferencial que po de ser determinante na disputa por uma colocação no mercado. A formação de novos profissionais já tem chamado a atenção do mercado de trabalho, que está ciente que, em breve, a região contará com uma boa mão de obra qualificada.

O curso de Radioterapia trata de fundamentos sobre os aspectos necessários na formação de especialistas em radioterapia, capacitando o acadêmico para o exercício das atividades nos protocolos de sessões e dosimetria radioterapêutica e para compreender e correlacionar às modalidades de teleterapia, braquiterapia e as demais. Já a pós em Proteção Radiológica forma supervisores e desenvolve gestores capacitados nos controles regulatórios e operacionais da proteção radiológica e a utilização segura de fontes de radiação em todas as suas aplicações. O curso oferece ainda uma formação teórica e prática das recomendações e normas nacionais e internacionais sobre proteção radiológica e suas implementações.

Pós-graduação Dourados  - PARA APROVAÇÃO

Os dois cursos foram pensados para pessoas que trabalham e, ainda assim, tem interesse em aprimorar seu currículo. Sendo assim, as aulas serão realizadas um fim de semana por mês, sempre das 8h às 17h.

Maxim recebe Emico Okuno

No dia 13 de agosto, a Maxim recebeu uma ilustre convidada no seu curso em São Paulo, a doutora em Física pela USP, Emico Okuno. Com ampla experiência e bagagem em física médica e uma grande biografia sobre o tema, além de ser referência mundial em proteção radiológica, Emico conversou com cerca de 80 alunos e alunas da pós-graduação em Proteção Radiológica e do Curso de Formação em Radiologia Industrial

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A presença de Emico teve como objetivo contribuir com a formação dos novos profissionais da área. “A Dra. Emico contribui para uma formação sólida em proteção radiológica. A professora se dedicou à pesquisa e à melhoria na área e é um exemplo para nossos alunos”, comentou o coordenador de pós-graduação da Maxim, Samuel Queiroz.

Além da palestra, a Maxim passará a utilizar o livro “Física das Radiações”, de Emico, em sua bibliografia. “A doutora Emico é referência mundial em proteção radiológica. No Brasil, a já lançou inúmeros livros que envolvem física das radiações, biofísica, efeitos biológicos e outros. Ela apresentou de forma inédita o seu mais novo livro que será publicado em breve”, destacou Samuel.

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Emico foi pesquisadora na área de Raios Cósmicos, em parceria com o Prof. Cesare Mansueto Giulio Lattes, na década de 60. Na mesma época, realizou um estágio de três meses no Ryerson Laboratory, da Universidade de Chicago onde trabalhou com o Prof. Masatoshi Koshiba, Prêmio Nobel de Física em 2002. Possui graduação pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (1960) e doutorado em Física pela Universidade de São Paulo (1971). Fez estágio de pós-doutorado no Istituto di Física della Universtà degli Studi di Parma, entre 1971 e 1973.

Uma competição sem risco radiológico

Ação controla o acesso de materiais radioativos nos locais de competição das Olimpíadas e Paralimpíadas do Rio

Os jogos olímpicos e paralímpicos do Rio de Janeiro estão contando com o auxílio de peso para a sua segurança. Uma ação coordenada pelas Forças Armadas, com assessoria técnica da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), controla todo o acesso aos locais de competição, para impedir a entrada de materiais radioativos ou nucleares para uso ilícito, que podem colocar em risco a segurança do público. Além disso, os técnicos fizeram inspeção em todas as instalações olímpicas antes da competição.

Os equipamentos utilizados na ação foram cedidos pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e pelo Departamento de Energia Norte-Americano e distribuídos pelo Instituto de Radioproteção e Dosimetria, que também realizou treinamento para diversas equipes que estão atuando nos jogos. Os equipamentos utilizados detectam elementos radioativos, identificam suas atividades e concentrações. Além disso, permitem maior facilidade de medição, com menores incertezas associadas. Eles se utilizam de uma biblioteca de dados nucleares e graças à alta sensibilidade conseguem fazer uma leitura mais precisa.

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Além de atuar no acesso aos locais de competição, o IRD permanece com uma equipe de resposta a ocorrências de natureza radiológica e nuclear, em suporte às Forças de Segurança Pública. Outra equipe, especializada em resposta a emergências radiológicas e nucleares, é mantida em regime de sobreaviso.

O instrutor da Maxim, Alexandre Lima (foto), está fazendo parte da equipe que está atuando nos jogos: “está sendo uma experiência ímpar contribuir com a segurança física e radiológica dos Jogos Olímpicos Rio 2016”, contou ele.

“Nós temos a missão de garantir a segurança do público atuando no controle de acesso, juntamente com a Força Nacional. É um trabalho de prevenção”, comenta Alexandre a respeito da importância da ação. “Não podemos contar com a sorte, temos que manter as barreiras de detecção sempre atentas e funcionais”, finaliza.

 

Especialista renomada em efeitos biológicos das radiações ionizantes, Emico Okuno ministrará palestra para alunos da Maxim

Livro da pesquisadora será incluído no material didático dos cursos

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No próximo sábado (13), a Maxim Cursos receberá a doutora em Física pela USP, Emico Okuno, que ministrará uma palestra para os alunos e alunas da pós-graduação em Proteção Radiológica e do Curso de Formação em Radiologia Industrial, em São Paulo. Emico é referência na área de física médica (efeitos biológicos das radiações ionizantes e não-ionizantes, biomecânica, proteção radiológica, dosimetria termoluminescente e propriedade de materiais) e é autora e coautora de sete livros importantes sobre o tema, sendo dois deles traduções de obras estrangeiras. Por isso, sua participação no curso é de extrema importância para a formação dos alunos.

“Faz parte do curso o assunto sobre efeitos biológicos das radiações ionizantes e proteção radiológica, temas muito importantes na formação (graduação ou pós-graduação) em Proteção Radiológica e Radiologia. O interesse e experiência da professora Emico no tema permitirá aos alunos uma interação muito proveitosa com uma pesquisadora que contribui significativamente para o progresso da ciência, em especial da Física Médica no Brasil”, destaca Dr. Almy Anacleto Rodrigues Da Silva, físico da USP, especialista em Proteção Radiológica.

A participação de Emico no curso continuará após a palestra e a Maxim incluirá o livro “Física das Radiações” no seu material didático. “O livro aborda em linguagem acessível para várias áreas de formação os assuntos sobre a física das radiações”, comenta Dr. Almir.

A palestra acontece a partir das 13h30, na Rua Vergueiro,2387, Vila Mariana, em São Paulo. O evento será aberto ao público, que deve apenas confirmar presença pelo e-mail treinamento@maximcursos.com.br. A palestra também será transmitida ao vivo pela fanpage da Maxim: https://www.facebook.com/maximcursos/.

Sobre a palestrante

Emico foi pesquisadora na área de Raios Cósmicos, em parceria com o Prof. Cesare Mansueto Giulio Lattes, na década de 60. Na mesma época, realizou um estágio de três meses no Ryerson Laboratory, da Universidade de Chicago onde trabalhou com o Prof. Masatoshi Koshiba, Prêmio Nobel de Física em 2002. Possui graduação pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (1960) e doutorado em Física pela Universidade de São Paulo (1971). Fez estágio de pós-doutorado no Istituto di Física della Universtà degli Studi di Parma, entre 1971 e 1973.

 

 

Colocando a mão na massa: alunos do Curso de Formação em Radiologia Industrial em São Paula participam de aula prática

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No último final de semana, os alunos e alunas do Curso de Formação em Radiologia Industrial em São Paulo tiveram a oportunidade de vivenciar um pouco da rotina de um profissional da área. Eles participaram de uma aula prática com o professor Wilton José da Silva, engenheiro químico e de segurança do trabalho e supervisor de proteção radiológica na área industrial.

Durante a aula, os alunos e alunas puderam ter contato com os equipamentos, aprendendo na prática como se opera alguns deles e quais são os seus graus de risco. “Esse tipo de aula é importante para que as pessoas que estão se formando no curso vivenciem a prática do dia a dia. Fizemos uma simulação do serviço, onde os participantes viram efetivamente como é a operação de alguns equipamentos e quais são as medidas de segurança”, comentou Wilton.

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A metodologia é utilizada pela Maxim para reforçar o que é aprendido nas aulas teóricas. “As aulas práticas são fundamentais para o aluno consolidar o conhecimento obtido nas aulas teóricas. Além disso, servem como base para um melhor aproveitamento durante as visitas técnicas em empresas do ramo”, comentou o instrutor da Maxim, Alexandre Lima.

O Curso de Formação em Radiologia Industrial é voltado para técnicos e tecnólogos em radiologia, que buscam mudar o rumo da sua carreira ou aprimorar o currículo, para melhorar a colocação no mercado. Em outubro, a Maxim dará início a mais uma turma desse curso e da pós em Proteção Radiológica em São Paulo. Mais informações em www.maximcursos.com.br.

Com expectativa de crescimento no mercado de trabalho, técnicos e tecnólogos buscam formação na radiologia industrial

Conseguir uma boa colocação no mercado nunca é fácil, principalmente em um momento de crise. Sendo assim, investir em mais qualificação se torna uma ferramenta eficaz para garantir uma recolocação ou uma nova oportunidade de emprego.

Em Recife, a crise afetou a área industrial, diminuindo os postos de trabalho. Mas a expectativa é que, em breve, o mercado se reaqueça e novas oportunidades surjam. Isso se dá também pela decisão do Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia a respeito do uso e da operação de escâneres móveis nos aeroportos. O Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre é um dos principais do país.

Aos 39 anos, André Luis dos Santos se viu desempregado no começo do ano. Técnico e tecnólogo em radiologia, formado em 2014, ele atuava na área médica. Diante de novos desafios, decidiu migrar para a área industrial e, para isso, precisava se qualificar. “Sempre quis fazer um curso na área, mas não existiam muitas opções. Quando soube do curso da Maxim, me inscrevi”, conta ele.

André está cheio de expectativa: “estou apostando alto nessa formação, para conseguir uma nova colocação no mercado. Quem está atuando na área tem expectativa de que o mercado volte a crescer e as chances de conseguir uma oportunidade são altas”.

Maxim chega a Governador Valadares com Curso de Formação em Radiologia Industrial

O estado de Minas Gerais é atualmente a terceira economia do Brasil. A significativa participação mineira na economia nacional resulta de um cenário de atividades diversificadas. O setor de indústria representa pouco mais de 32% do PIB total do estado.

Junto com a área tecnológica, o setor industrial foi aprimorado nos últimos anos e colocou Minas Gerais na dianteira da produção de nióbio, principal matéria prima utilizada na fabricação de tubos transportadores de água e petróleo em longas distâncias, de minério de ferro, de aço e cimento. Além disso, Minas é o maior polo nacional de biotecnologia, o segundo maior polo automotivo e o segundo em fundição.

Governador Valadares é um município mineiro, que fica no leste do estado, na região do Vale do Rio Doce. O setor industrial é o segundo mais importante da economia local. A cidade serve de ligação entre diversas cidades e a capital.

O Curso de Formação em Radiologia Industrial terá início em 08/10 e é voltado para técnicos e tecnólogos em radiologia, que buscam mudar o rumo da sua carreira ou aprimorar o currículo, para melhorar a colocação no mercado.

“Mesmo com pouca divulgação, já existe a curiosidade do público pelo curso. A expectativa é boa!”, comentou André Costa, representante da Maxim na região.

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