Profissionais de Recife esperam por melhora no mercado de trabalho e buscam mais qualificação para se destacar

Recife

A Maxim Cursos iniciou, na última semana, mais uma turma do Curso de Formação em Radiologia Industrial em Recife. Apesar do momento de crise que o país vive, que resultou no fechamento de alguns postos de trabalho para a área de radiologia na cidade, a expectativa é que o mercado se reaqueça em breve.

É isso o que destaca Ana Paula Dias, representante da Maxim em Recife: “a expectativa de novas áreas de atuação do profissional das técnicas radiológicas. A área médica não esta conseguindo absorver toda mão de obra produzida aqui no estado”.

Em momentos como esse, em que a concorrência por postos de trabalho fica mais acirrada, é ainda mais importante aprimorar o currículo. Através desse curso, a Maxim tem como objetivo promover a qualificação profissional de técnicos e tecnólogos em radiologia. A carga é de 360h e a duração é de quatro meses, com aulas em dois finais de semana, por mês. No próximo final de semana, acontecerão as próximas aulas em Recife.

O curso fornece conhecimentos teóricos e práticos sobre proteção radiológica, radiografia industrial, medidores nucleares, irradiação industrial, técnicas analíticas, entre outras aplicações industriais das radiações ionizantes. O técnico ou tecnólogo que fizer o curso poderá atuar como técnico de radioproteção (nível técnico), operador ou supervisor de radioproteção substituto (comprovando o nível superior), em diversas aplicações industriais conforme Resoluções CNEN NN-3.01 e NE-3.02, e como auxiliar ou operador de Radiografia Industrial, conforme as Resoluções CNEN N°144/2013 e N°145/2013, obtendo o seu registro junto à CNEN.

Ainda dá tempo de se inscrever no curso. Os interessados devem acessar a aba “Todos os Cursos” clicando aqui ou entrar em contato pelo número 21 3439-9017 ou 21 3903-2654.

Mercado aquecido e busca por melhores salários impulsionam procura por formação na área de radiologia no Mato Grosso do Sul

Com um curso em andamento na cidade de Dourados, Maxim deve abrir mais duas turmas no estado

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Em maio, a Maxim assumiu um desafio! Começou, pela primeira vez, o Curso de Formação em Radiologia Industrial em Dourados, no Mato Grosso do Sul. Com o mercado de radiologia aquecido na região, ter uma formação na área é uma boa oportunidade para ascensão profissional. Não por acaso, o curso é um sucesso! A turma possui cerca de 40 alunos de diferentes cidades do estado e até do interior de São Paulo.

Representante da Maxim na cidade, Diego de Mello comemora: “todos estão muito empolgados, pois os professores possuem uma didática diferenciada e bastante experiência na área para passarem aos alunos. Sem contar o material de estudo, que é muito completo”. Com a boa recepção do Curso de Formação, a Maxim espera, em breve, abrir turmas de pós-graduação na cidade.

A formação de novos profissionais tem chamado a atenção do mercado de trabalho. Alguns dos profissionais de Radiologia Industrial que atuam no MS foram formados pela Maxim em outros estados e muitos dos alunos matriculados no curso foram indicados pelos profissionais. “Com certeza o mercado está ciente que, em breve, teremos uma boa demanda de bons profissionais disponíveis aqui da região, que serão facilmente absorvidos” comenta Diego.

Além da intenção de levar seus cursos de pós-graduação para o estado, a Maxim abrirá uma turma do Curso de Formação em Radiologia Industrial na capital, Campo Grande. O mercado da Radiologia é grande na cidade e os profissionais buscam novas oportunidades.  “Temos muitos profissionais atuantes na área médica, mas que desejam qualificação também na área industrial, em buscas de novos horizontes e melhores salários”, destaca o representante da Maxim.

As inscrições devem ser abertas em breve, assim como a divulgação do local e da data de início. A expectativa de Diego é a melhor: “com certeza, será mais uma turma lotada!”.

MAXIM expande sua presença no Ceará

 

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Bom mercado de trabalho para a radiologia no estado estimula formação de novos profissionais

 Nas próximas semanas, a Maxim Cursos e a Cetta darão início a mais dois cursos no Ceará. A cidade de Sobral receberá o Curso de Formação em Radiologia Industrial e Fortaleza, que já conta com uma turma do Curso de Formação, terá a pós-graduação em Proteção Radiológica. O primeiro curso tem início previsto para o dia 29 de agosto e o segundo deve começar no dia 10 de setembro.

Apesar de já oferecer cursos em Fortaleza há algum tempo, essa é a primeira vez que a Maxim chega a Sobral. De acordo com Milton de Castro, diretor da Cetta, a escolha da cidade se dá pelo fato dela ser um grande polo universitário no Ceará.

Outra fator que faz com que a Maxim amplie sua presença e seus cursos no Ceará é o bom mercado de trabalho que o estado possui para os alunos e alunas dos cursos. Por isso, a importância da realização da pós-graduação em Proteção Radiológica no estado.

“O Ceará foi pioneiro no uso de scanners móveis no Brasil e hoje já existem diversos alunos formados em nossos cursos operando esses equipamentos por aqui. Além disso, o estado tem um grande polo industrial, como o Porto Pecem (foto), que abriga boas oportunidades na área”, destaca Milton.

Para se inscrever nos cursos, basta acessar a área Todos os Cursos, clicando AQUI, ou entrar em contato com um dos números abaixo:

  • (85)3023-7083
  • (21)3439-9017

A importância da proteção radiológica para a saúde dos indivíduos

Contato indevido com fontes de radiação pode causar dano à saúde

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Embora a utilização das radiações ionizantes, empregada na saúde, na indústria, na pesquisa ou na geração de energia elétrica, traga grandes benefícios para humanidade, existem riscos se houver exposição indevida. Os efeitos causados pela interação da radiação com o corpo humano podem variar de acordo com o tempo de exposição e a dose de radiação a qual a pessoa foi exposta. Também deve ser considerada a parte do corpo que teve contato com a radiação ionizante, a fim de avaliar a radiosensibilidade e outros fatores. A interação da radiação com a matéria pode causar manifestações biológicas, denominados efeitos biológicos da radiação, que podem afetar as células, e resultar em danos na sua estrutura, mutações genéticas, modificações ou até mesmo a morte celular.

Dependendo da dose de radiação, do dano celular e a capacidade de reprodução das células, o organismo pode se recuperar sem que a pessoa perceba qualquer alteração biológica. Por exemplo, em uma exposição à radiação X ou gama, pode ocorrer uma redução no número de hemácias, leucócitos e plaquetas, que retornam naturalmente aos níveis normais após algumas semanas. As manifestações biológicas acontecem quando a quantidade e a frequência da dose de radiação começam a desequilibrar o organismo ou o funcionamento dos órgãos, acarretando em sintomas clínicos, como câncer e catarata.

A proteção radiológica consiste no respeito às normas e limites de exposição e são conhecimentos fundamentais para qualquer profissional da radiologia. Entre as preocupações que devem ser respeitadas para garantir a segurança da atividade radiológica estão minimizar o tempo de exposição e assegurar que a distância e a blindagem entre o material radioativo e a pessoa estão corretas. Existem outras formas de proteção, como as próprias rotinas dos profissionais, os avisos de sinalização, a comunicação entre os profissionais e os pacientes e a monitoração de exposição dos profissionais.

A Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) estabelece algumas medidas para proteção do homem, dos seus descendentes e do meio ambiente contra os efeitos nocivos das radiações ionizantes.

Alunos defendem TCCs e professor da Maxim elogia trabalhos

Cintia e Diego apresentam seu TCC

Cintia e Diego apresentam seu TCC

O último sábado (25) foi de muito nervosismo e aprendizado para os alunos da pós-graduação em Proteção Radiológica no Rio de Janeiro. Eles apresentaram seus Trabalhos de Conclusão de Curso para uma banca formada por professores e especialistas na área de radiologia e radioterapia. Além da apreensão por apresentarem os trabalhos produzidos nos últimos meses de curso, os alunos também tiveram que lidar com a ansiedade para concluir a pós.

Cintia dos Santos Nascimentos, 34 anos, e Diego Américo Pires de Souza, 32 anos, entraram na pós com o objetivo de se tornarem especialistas em proteção radiológica. Cíntia é tecnóloga em radiologia e pretende, agora pós-graduada, atuar nessa área: “a radiologia industrial e a proteção radiológica são campos em desenvolvimento no Brasil e têm mercados de trabalho muito abrangentes e por isso busquei essa pós”. Já Diego é técnico em radiologia e formado em farmácia e tem o desejo de trabalhar com radio fármaco. Para isso, é necessária a certificação da CNEN e ele viu na Maxim o melhor lugar para se preparar: “na faculdade de farmácia não é ensinada a parte de proteção radiológica. Fiquei sabendo que tinha Maxim aqui no Rio e resolvi fazer. Me surpreendi com a qualidade dos professores e do curso”.

Em dupla, eles apresentaram o trabalho “Panorama do uso e da Proteção Radiológica de equipamentos de inspeção corporal no Brasil”, fazendo uma análise do uso dos bodyscans no nosso país. De acordo com a banca, esse é um tema de extrema importância e pouco explorado pelos pesquisadores. Cíntia concorda e pretende levar a pesquisa adiante: “tirando o nervosismo, foi excelente fazer e apresentar esse trabalho. O bodyscan é um equipamento ainda pouco utilizado no Brasil, mas que tem uma grande possibilidade de crescer. Só falta a implementação da legislação. A intenção é fazer os ajustes que a banca pediu e seguir com essa pesquisa, apresentando em congressos, seminários, etc”, conta ela.

Ao todo, oito trabalhos foram apresentados no sábado. “Os temas apresentados foram de excelente nível e grande interesse acadêmico. De certo que todos eles serão fontes bibliográficas para outros alunos”, argumentou o professor da Maxim, Francisco César. Cinco professores foram responsáveis por analisar as monografias, sendo dois doutorados e três mestrados.

Tendo como base a proteção radiológica, os aspectos abordados nos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) foram: os relacionados a nova tecnologia de inspeção não invasiva de cargas e corporal, os chamados cargo scan e body scan, muito utilizados nos areoportos e presídios;  o uso da tecnologia de roadmap para o transporte de radioacidentado durante uma emergência radiológica, que pode ser usado para uma ação mais rápida e coordenada, bem como para treinamento de pessoal; o panorama dos medidores nucleares no Brasil, abordando os principais aspectos de proteção radiológica, tendo como base o programa da prova específica da CNEN para o credenciamento de supervisores; o uso dos monitores identificadores portáteis em segurança radiológica, que são largamente utilizados em grandes eventos e que serão muito úteis nas Olimpíadas 2016; o gerenciamento de proteção radiológica em radioterapia, apresentando os principais aspectos para melhoria do nível da proteção radiológica; e uma análise dos níveis de radiação em um acelerador de elétrons auto-blindado para tratamento de polímero, demonstrando o nível de segurança radiológica para esse tipo de equipamento muito utilizado no Brasil.

“Os alunos e os orientadores estão de parabéns pelo esforço realizado. Esperamos grandes conquistas individuais no futuro”, comemorou Francisco.