Como surgiu a Radiologia no Brasil e no mundo

Wilhelm Conrad Röntgen

A Radiologia, para quem não sabe, surgiu em 1895, há 121 anos. O físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen (foto) descobriu os raios-x depois de ver, por acaso, sua mão projetada em uma tela enquanto trabalhava com radiações em seu laboratório. Após a descoberta, ele resolveu realizar uma documentação para provar o que tinha visto: efetuou a primeira radiografia da história da humanidade usando a mão esquerda de sua esposa, o que lhe rendeu o Nobel de Física no ano de 1901. A experiência de Röntgen representou no meio médico um grande avanço no diagnóstico por Imagem. Anos mais tarde, maravilhados com a inovação de enxergar pacientes por dentro, médicos do mundo todo adotaram a tecnologia nos tratamentos de saúde e operações medicinais, principalmente no Brasil, que sempre teve uma relação estreita com a Radiologia.

O primeiro procedimento radiológico em terras brasileiras até hoje é uma incógnita. De forma cronológica, todos os trabalhos estão muito próximos, por isso é difícil definir quem foi o pioneiro da atividade no país. Alguns acreditam que Alfredo Brito, na Bahia, foi quem deu o pontapé inicial. Outros apostam no paulista Silva Ramos. Francisco Pereira Neves, carioca, também faz parte da misteriosa lista. Há até quem diga que os físicos do estado do Pará são os pioneiros com experimentos pra lá de inovadores. Independentemente de quem realmente carrega a alcunha de pai da Radiologia no Brasil, o que importa é que o nosso país faz parte da vanguarda da ciência radiológica. Todos esses pesquisadores viajaram, estudaram e batalharam para ajudar a desenvolver a Radiologia que ainda engatinhava no mundo todo.

O desenvolvimento da Radiologia brasileira

Entre as décadas de 1920 e 1950, a Radiologia entrou em uma fase de evolução. Novos equipamentos foram trazidos da Europa por médicos que visitavam outros países, para tentar desvendar a Radiologia. Com isso, um intenso processo de aprendizagem deu início em todos os cantos do país. Em 1936, a primeira bola dentro da Radiologia brasileira. O médico Manuel Dias de Abreu ganhou destaque internacional ao descobrir um método rápido e barato para se realizar exames do tórax, o que foi de grande importância para combater doenças pulmonares como a Tuberculose, que à época era uma epidemia e matava por falta de diagnóstico.

Em questões de profissionalização de pessoal, São Paulo foi quem deu o primeiro passo. No final dos anos 40, depois de tantas provas de que a tecnologia radiológica poderia ser mais bem explorada, governantes e gestores acabam se convencendo da importância de formar operadores de raios-x. Nasce assim o termo Técnico em Radiologia. O Hospital de Clínicas de São Paulo foi onde teve início, em março de 1951, o primeiro curso técnico em Radiologia, com 50 alunos.

A partir daí, só vitória. Os cursos se consolidaram, os profissionais passaram a produzir conhecimentos científicos com o passar dos anos e começaram a ter força para se organizar e criar sociedades científicas para regulamentar as técnicas radiológicas no Brasil. Em outubro de 1985, após uma longa jornada nas casas legislativas do país, sanciona-se a Lei 7.394, que regula o exercício de Técnico em Radiologia. Dois anos mais tarde, foi instalado o Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER) e, imediatamente a seguir, os seis primeiros Conselhos Regionais de Técnicos em Radiologia (CRTRs): o da 1ª Região (Distrito Federal, Goiás, Pará, Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amapá e Roraima), da 2ª (Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão), da 3ª (Minas Gerais e Espirito Santo), da 4ª (Rio de Janeiro), da 5ª (São Paulo) e da 6ª Região (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná).

A Maxim oferece cursos especializados na área industrial, como a pós em Proteção Radiológica em Aplicações Médicas, Industriais e Nucleares e o Curso de Formação em Radiologia Industrial. Para conhecer mais os cursos, basta acessar: www.maximcursos.com.br/new/todos-os-cursos/.

Saiba como produzir um bom TCC

Professor da Maxim dá dicas para o sucesso no trabalho de conclusão de curso

Por mais que a graduação ou pós-graduação seja um tempo onde o aluno cresce intelectualmente, chega um momento em que o foco se volta para um único objetivo: pegar o diploma. Para conseguir ingressar no mercado de trabalho, todos aqueles que terminam um curso de nível superior devem passar pelo principal desafio acadêmico, o Trabalho de Conclusão de Curso, mais conhecido como TCC.

O TCC marca a “linha de chegada” dos estudantes. Uma das maiores conquistas do aluno é conseguir finalizá-lo a tempo e galgar uma boa nota. Porém, até alcançar esses objetivos, o estudante passa por um período de muito estresse e preocupação. Na maioria vezes há uma mudança brusca na rotina de vida dos alunos, que passam a se dedicar em tempo integral ao TCC.

Se você, aluno da Maxim Cursos, está prestes a começar a produção do seu TCC, já começou ou apenas quer ficar por dentro de dicas para trabalhar em um, nós temos algumas orientações.

O professor Francisco da Silva, da Maxim, aponta dicas para o sucesso do trabalho. “É indispensável demonstrar segurança no tema, relacionar bem o falar com o que está escrito, ter objetividade, poder de síntese e respeitar o tempo de 20 minutos”.

Durante os questionamentos da banca, o importante é não se desesperar. Segundo Francisco, é ideal mostrar domínio do conteúdo abordado, argumentar e defender suas ideias e esclarecer pontualmente as dúvidas dos avaliadores. “Adicionando uma dose de calma a tudo isso, o sucesso é certo”, garantiu o professor.

O passo a passo para o TCC perfeito é que ele seja objetivo, apresente resultados, siga uma metodologia e tenha conclusão e justificativa. Para evitar surpresas, Francisco orienta que os alunos levem uma cópia do trabalho para acompanhar a discussão com a banca, salvem o TCC em pelo menos dois pen drives e dividam a apresentação entre os participantes de modo que todos falem.

Para se sair bem e deixar de lado o nervosismo, ensaie bastante para chegar na hora e saber bem o que falar para os examinadores.  

Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia aprova nova Resolução para técnicos e tecnólogos do ramo

Maxim Cursos atende aos requisitos do novo decreto. Ex-alunos poderão se inscrever em curso extra para se adequarem

Foto CONTER

O Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia – CONTER aprovou uma nova resolução que atualiza a normatização das atividades profissionais dos técnicos e tecnólogos em Radiologia Industrial. A norma abrange tópicos atuais sobre o exercício da profissão na área industrial e define quais são os requisitos mínimos necessários para a habilitação legal dos profissionais das técnicas radiológicas neste segmento de mercado.

Valdelice Teodoro, presidente do CONTER, garante que a nova resolução está de acordo com a legislação em vigor. “Esta resolução passou por consulta pública (opinião da categoria, especialistas e das organizações parceiras sobre um novo marco regulatório). Estabelecemos regras claras para a habilitação e o exercício dos profissionais no setor industrial. Com isso, demos um grande passo para profissionalizar ainda mais o mercado de trabalho”, afirmou o presidente. Valdelice ainda lembrou que a nova Resolução estabelece prazos para a formação e habilitação de quem hoje já trabalha e quer se regularizar.

Consta na resolução que um dos requisitos para habilitação dos profissionais de nível médio no setor Industrial é passar por curso de formação em Radiologia Industrial com carga horária mínima de 360 horas. A Maxim Cursos, que atende integralmente a esolução CONTER n° 07/2016, já oferece o curso com esta carga horária, porém, alunos de anos anteriores não possuem tal requisito. Para ajudar essas pessoas a se adequarem à nova resolução do CONTER, a Maxim abrirá um curso complementar que será divulgado em breve.

A Maxim oferece cursos especializados na área industrial, como a pós em Proteção Radiológica em Aplicações Médicas, Industriais e Nucleares e o Curso de Formação em Radiologia Industrial. Para conhecer mais os cursos, basta acessar: www.maximcursos.com.br/new/todos-os-cursos/.

Confira alguns pontos da Resolução n° 07/2016, publicada no site do CONTER:

Em seu artigo primeiro, a resolução institui e normatiza as atribuições, competências e funções dos técnicos e tecnólogos em Radiologia no setor Industrial, nas seguintes especialidades:

I – Radiografia Industrial;

II – Irradiação Industrial;

III – Radioinspeção de segurança;

IV – Perfilagem de poços;

V – Medidores nucleares.

 

 Os requisitos para habilitação dos profissionais das técnicas radiológicas de nível médio no setor Industrial são:

I – Ser maior de 18 anos de idade;

II – Possuir certificado de conclusão do ensino técnico em Radiologia expedido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC);

III – Estar devidamente inscrito no Conselho Regional de Técnicos em Radiologia (CRTR) de sua jurisdição;

IV – Ter condições físicas e psicológicas para executar trabalhos de campo;

V – Passar por curso de formação em Radiologia Industrial, com carga horária mínima de 360 (trezentos e sessenta) horas, incluída a carga horária mínima de 80 horas para as disciplinas relativas à proteção radiológica;

 

Parágrafo único – A ementa básica do curso fica com a seguinte composição:

  1. a) Tópicos avançados sobre a operação dos diferentes tipos de equipamentos emissores de radiação ionizante que são usados para inspeção, segurança e irradiação no setor Industrial;
  2. b) Proteção radiológica, plano de emergência e prevenção de acidentes;
  3. c) Introdução ao programa ALARA;
  4. d) Ética, legislação e normas técnicas;
  5. e) Ensaios não-destrutivos (ENDs);
  6. f) Procedimentos técnicos em radiografia industrial;
  7. g) Diferentes tipos de fontes radioativas;
  8. h) Tipos de materiais, soldas, fundição, forjados e arranjos produtivos. 

VI – Para exercer a funções de Operador de Radiografia Industrial I e II, os profissionais de nível médio devem comprovar, por meio de formulário assinado pelo SPR e histórico de dose individual, a experiência na especialidade pretendida prevista nos Artigos 3º e 4º da Resolução CNEN n.º 144/2013 ou norma que a substitua. O exercício das atividades profissionais fica condicionado ao atendimento dos requisitos de cada especialidade.

 

São atribuições e competências dos profissionais das técnicas radiológicas de nível médio, com habilitação no setor Industrial:

I – Exercer as funções de Operador de Radiografia Industrial I e II, nos termos das normas CNEN NN 3.01, CNEN NE 3.02 e CNEN NN 7.02 e respectivas posições regulatórias;

II – Operar irradiadores de gamagrafia, aparelhos de raios X industriais e demais equipamentos emissores de radiação ionizante no setor Industrial;

III – Delimitar e sinalizar áreas supervisionadas e controladas;

IV – Verificar as condições de funcionamento dos equipamentos emissores de radiação;

V – Após 600 horas de experiência profissional, auxiliar no treinamento dos Técnicos em Radiologia recém-formados na área Industrial;

VI – Cumprir os requisitos do Plano de Proteção Radiológica (PPR) da instalação;

VII – Ser responsável pela segurança e proteção física das fontes de radiação no setor Industrial;

VIII – Verificar a validade dos certificados de calibração dos medidores de radiação e monitores de radiação e de vistoria dos equipamentos emissores de radiação;

IX – Certificar-se dos procedimentos operacionais com relação ao controle de fontes radioativas durante a sua operação, transporte e armazenamento;

X – Verificar documentação e registros disponíveis na instalação de operação, conforme descrito no Plano de Proteção Radiológica (PPR);

XI – Realizar as monitorações estabelecidas no Plano de Proteção Radiológica (PPR), o armazenamento das fontes radioativas e manter os registros correspondentes nas instalações de operação;

XII – Ser responsável pelas chaves do local de armazenamento de fontes radioativas, quando houver;

XIII – Comunicar imediatamente ao Supervisor de Proteção Radiológica (SPR) toda e qualquer anormalidade ou condição de perigo que for observada nos dispositivos e instalações radiológicas;

XIV – Assumir o controle e aplicar as ações previstas nos procedimentos de emergência.

 

 Os requisitos para habilitação dos profissionais das técnicas radiológicas de nível superior no setor Industrial são:

I – Ser maior de 18 anos de idade;

II – Possuir certificado de conclusão de curso de graduação em Radiologia expedido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC);

III – Estar devidamente inscrito no Conselho Regional de Técnicos em Radiologia (CRTR) da sua jurisdição;

IV – Ter condições físicas e psicológicas para executar trabalhos de supervisão de campo;

V – Passar por curso de formação em Radiologia Industrial, com carga horária mínima de 360 (trezentos e sessenta) horas, incluída a carga horária mínima de 80 horas para as disciplinas relativas à proteção radiológica;

Parágrafo único – A ementa básica do curso fica com a seguinte composição:

  1. a) Tópicos avançados sobre a operação dos diferentes tipos de equipamentos emissores de radiação ionizante que são usados para inspeção, segurança e irradiação no setor Industrial;
  2. b) Proteção radiológica, plano de emergência e prevenção de acidentes;
  3. c) Introdução ao programa ALARA;
  4. d) Ética, legislação e normas técnicas;
  5. e) Ensaios não-destrutivos (ENDs);
  6. f) Procedimentos técnicos em radiografia industrial;
  7. g) Diferentes tipos de fontes radioativas;
  8. h) Tipos de materiais, soldas, fundição, forjados e arranjos produtivos. 

V – Comprovar experiência operacional mínima de 300 horas no setor Industrial, dentro da especialidade pretendida para habilitação;

Parágrafo Único – A comprovação deve ser feita mediante histórico individual de doses e declaração do SPR responsável pela instalação onde foi feito o treinamento ou estágio.

 

Competem aos profissionais das técnicas radiológicas de nível superior com habilitação no setor Industrial, além das prerrogativas previstas no Artigo 2º, as demais atribuições e competências:

I – Exercer a função de Supervisor de Proteção Radiológica Classes I e II, nos termos da norma CNEN NN 7.01;

II – Treinar, orientar e avaliar o desempenho dos profissionais de nível técnico sob sua supervisão;

III – Auxiliar na seleção e escalação das equipes de trabalho;

IV – Manter atualizado, aplicar e verificar cotidianamente o Plano de Proteção Radiológica (PPR) da instalação, bem como dos procedimentos para o uso, manuseio, acondicionamento, transporte e armazenamento de fontes radioativas;

V – Manter sob controle, em conformidade com as Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica instituídas pela norma CNEN NN 3.01 ou posterior, que a substitua, e com o Plano de Proteção Radiológica (PPR) do serviço, as fontes de radiação, os rejeitos radioativos, as condições de proteção radiológica dos indivíduos, as áreas controladas e os equipamentos de monitoração da radiação;

VI – Avaliar as exposições nos locais sujeitos a radiações, comparando condições normais e situações de emergência, e adotar as medidas de proteção necessárias;

VII – Supervisionar o recebimento e envio dos medidores individuais para troca, junto aos laboratórios de monitoração individual;

VIII – Verificar a disponibilidade, para uso imediato e em quantidades suficientes, de todo o material auxiliar para proteção radiológica, incluindo aqueles a serem utilizados em situação de emergência;

IX – Comunicar, oficial e imediatamente, ao titular da instalação, a ocorrência de irregularidades inerentes às fontes de radiação e as ações necessárias para garantir a proteção radiológica da instalação radiológica e das pessoas;

X – Atuar, investigar e implementar, quando necessário, ações corretivas e preventivas aplicáveis em situações de emergência, de acordo com o previsto no Plano de Proteção Radiológica (PPR).

XI – Supervisionar e coordenar as ações de proteção radiológica nos depósitos iniciais de rejeitos da instalação, quando houver;

XII – Examinar e acompanhar a execução dos projetos de construção e alteração de instalações radiológicas industriais;

XIII – Garantir que as instalações atendam às condições de operação e armazenamento.

Para ler a Resolução na íntegra, entre em: http://conter.gov.br/uploads/legislativo/resolucaoconter072016.pdf.

 

Scanners móveis são utilizados no combate ao contrabando nas fronteiras do país

Maxim oferece cursos que capacitam profissionais a manusearem esses equipamentos

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Não é de hoje que as estradas, avenidas e vias que fazem fronteiras com outros países no Brasil servem como meio de transporte para o contrabando, seja ele de armas, drogas, produtos radioativos e outros artigos ilícitos.

Para combater o problema, existem os scanners móveis, equipamentos de alta tecnologia para fiscalização de veículos que atravessam as fronteiras com suspeita de tráfico, especialmente de drogas e armas, e descaminho. As máquinas, chamadas de “raio-x do crime” por policiais rodoviários federais, chegam a ter penetração mínima de 290 milímetros em aço.

Existem dois tipos de scanners: os móveis e os fixos. O fixo permite realizar 80 inspeções por hora. Já os móveis, que são estratégicos e podem ser transportados para outros locais, 25 vistorias por hora. O principal objetivo da tecnologia é aumentar a segurança e o controle do fluxo comercial nas áreas de fronteira em prol da segurança nacional, dos cidadãos, da economia e do emprego no Brasil.

Samuel Queiroz, instrutor da Maxim Cursos, atestou a eficiência dos scanners móveis. “É importante termos os equipamentos em funcionamento para combatermos o contrabando de uma forma geral. Ele também atua em rotas alternativas e é eficiente contra esse tipo crime”, disse.

Ainda segundo o instrutor, é essencial ter profissionais qualificados manuseando os scanners. “Devido a utilização do raio-x na máquina, é crucial que os profissionais saibam o que estão fazendo devido ao grau de responsabilidade que o scanner leva consigo”, acredita Samuel.

A Maxim Cursos oferece cursos especializados na área industrial, como a pós em Proteção Radiológica em Aplicações Médicas, Industriais e Nucleares e o Curso de Formação em Radiologia Industrial. Para conhecer mais os cursos, basta acessar: www.maximcursos.com.br/new/todos-os-cursos/.

 

Alunos de Pós-Graduação em Proteção Radiológica da Maxim apresentarão TCCs no próximo dia 25

Evento acontecerá no CDPV, que fica na Rio Branco. Alunos precisam confirmar presença

 TCC

Chegou ao fim o período letivo da Turma MXP03 de Pós-Graduação em Proteção Radiológica nas Aplicações Médicas, Industriais e Nucleares da Maxim Cursos e da FACAB. Agora, os alunos precisarão defender seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) para conseguirem o diploma.

A apresentação dos trabalhos está marcada para o dia 25/06, sábado, às 8h, na parte de eventos do Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas, o CDPV, que fica na Avenida Rio Branco, 81, sétimo andar, no Centro do Rio. Quem quiser acompanhar a apresentação deve confirmar presença através do e-mail: treinamento@maximcursos.com.br.

O professor orientador Luciano Santa Rita, tecnólogo em Radiologia, acredita que os trabalhos apresentados despertarão interesse. “Minhas expectativas para os TCCs são muito boas. Teremos oito trabalhos abrangendo as áreas de saúde, meio ambiente, segurança e tecnologia radiológica e nuclear. São assuntos atuais bem interessantes”, pontuou o professor.

O curso de Pós-Graduação de Proteção Radiológica em Aplicações Médicas, Industriais e Nucleares foi estruturado para atender às necessidades dos profissionais na formação e aquisição de uma sólida base em proteção radiológica e segurança de fontes radioativas. Ele oferece uma formação teórica e prática nas bases multidisciplinares, sejam científicas e/ou técnicas, das recomendações e normas nacionais e internacionais sobre a proteção radiológica.

 

Confira a lista de temas dos TCCs que serão apresentados:

Gerenciamento de Proteção Radiológica em Radioterapia;

Panorama do uso e da Proteção Radiológica de equipamentos de inspeção corporal no Brasil;

Esterilização de esgoto através de radiação gama;

Emergência radiológica: Road Map para o transporte de radio acidentado;

Análise do levantamento radiométrico em aceleradores de elétrons auto blindados;

Utilização de condições de Proteção Radiológica de medidores nucleares no Brasil;

Requisitos de Proteção Radiológica aplicáveis em inspeção não invasiva de cargas com radiação ionizante;

Identificadores radiológicos portáteis e sua empregabilidade em segurança.

 

Para conhecer outros cursos da Maxim, basta acessar: www.maximcursos.com.br/new/todos-os-cursos/.

 

 

Maxim oferece cursos de capacitação e pós-graduação em Radiologia Industrial e Proteção Radiológica

Aulas acontecerão no Rio, Fortaleza, Recife e Manaus. Objetivo é profissionalizar alunos

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No decorrer dos meses de junho, julho e setembro de 2016, a Maxim oferecerá cursos de formação em Radiologia Industrial e de pós-graduação (com a Faculdade Casa Branca – FACAB) em Proteção Radiológica, em quatro lugares espalhados pelo Brasil: Rio de Janeiro, Fortaleza, Recife e Manaus.

De acordo com o coordenador e instrutor da Maxim, Samuel Queiroz, os alunos terão facilidade em serem absorvidos pelo mercado de trabalho ao término das aulas.  “São dois mercados altamente escassos de profissionais qualificados e existem pouquíssimos cursos nessas áreas. A Maxim possui o diferencial de poder oferecê-los”, argumentou ele.

Aqueles que se inscreverem para Proteção Radiológica estarão gabaritados para atuar em empresas e terão um preparo específico para fazer a prova de supervisor de radioproteção da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN.

A ideia principal, segundo Samuel, é qualificar o máximo de profissionais possíveis para entrarem no mercado. O primeiro curso começou no último dia 4 e está sendo realizado aqui no Rio de Janeiro. Segue o calendário com a data dos próximos cursos.

Calendário dos cursos:

04/06 – Curso de Formação em Radiologia Industrial no Rio de Janeiro (já iniciado)

27/06 – Curso de Formação em Radiologia Industrial em Fortaleza

09/07 – Curso de Formação em Radiologia Industrial em Recife

10/09 – Pós-graduação em Proteção Radiológica em Fortaleza

17/09 – Curso de Formação em Radiologia Industrial em Manaus (inédito)

Para se inscrever, basta entrar no link: http://migre.me/u3Leq.

Além desses, em janeiro de 2017 a Maxim também terá o Curso de Formação em Pelotas, no Rio Grande do Sul.

#8 coisas que você precisar saber sobre radiologia industrial

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  1. O que é radiologia industrial?

Radiologia industrial é um conjunto de práticas que fazem uso das radiações ionizantes, proporcionando benefícios imensuráveis à população e ao meio ambiente

  1. Qual a sua finalidade?

Existem diversas finalidades, como controle de qualidade de produtos, controle de processos industriais, beneficiamento de materiais, esterilização de produtos médico-hospitalares, segurança pública, tratamento de esgoto, entre outras.

  1. Como funciona e quais equipamentos são usados?

O funcionamento consiste na aplicação de equipamentos emissores de radiação (Equipamentos Geradores de Raios X ou Aceleradores de Partículas) e de fontes radioativas (Cobalto 60, Césio 137, Selênio 75, entre outras). As fontes de radiação são capazes de emitir radiações eletromagnéticas altamente penetrantes conhecidas como Raios X e Raios Gama.

  1. É seguro?

As instalações e os próprios equipamentos emissores de radiação possuem uma segurança intrínseca através de dispositivos de segurança projetados para torná-los mais seguros. Entretanto, os profissionais que operam devem ser muito bem capacitados e preparados para evitar possíveis acidentes ou incidentes.

  1. É muito utilizado no Brasil?

Sim. O Brasil possui instalações radiativas distribuídas em todas as regiões do país e este número cresce a cada ano. Atualmente, existem aproximadamente 4 mil instalações radiativas em operação por aqui.

  1. O que é necessário para trabalhar com radiologia industrial?

Para atuar na operação é necessário ser um profissional técnico em radiologia, devidamente formado e também ser capacitado conforme as resoluções da CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear), autarquia federal responsável pelo licenciamento e fiscalização de instalações radiativas no país. Para atuar na supervisão ou fiscalização, o profissional deve ter nível superior nas áreas de ciências exatas, biológicas ou tecnológicas e ser aprovado no processo de certificação de supervisores de proteção radiológica promovido pela CNEN, anualmente.

  1. Quem pode trabalhar com isso?

Segundo a Lei 7.394/85, somente os técnicos e tecnólogos em radiologia podem atuar na operação destes equipamentos emissores de radiação ionizante. Outros profissionais, como físicos, engenheiros, químicos, médicos etc., podem atuar na área de radiologia industrial especificamente na supervisão, fiscalização e docência.

  1. Existe mercado no Brasil? Em que cidades?

O mercado industrial é amplo, pois existem diversas áreas que fazem uso da Radiologia Industrial, como a indústria naval, nuclear, automobilística, mineração, petrolífera, química, farmacêutica, etc.

 

O que é radioterapia?

#5 coisas que você precisa saber sobre radioterapia

5 coisas que você precisa saber sobre radioterapia

Flavion Correia, instrutor da Maxim Cursos, esclarece as principais dúvidas sobre a radioterapia, sua finalidade e o mercado de trabalho na área no Brasil.

  1. O que é radioterapia?

Radioterapia consiste em uma modalidade de tratamento utilizando radiação ionizante com o objetivo de destruir células tumorais. Pode ser dividida em teleterapia e braquiterapia.

  1. Como e para que ela é usada?

A Radiação pode ser em fonte, exposta durante um tempo pré-estabelecido e mecanicamente, após ser acionado por um mecanismo manual, ou produzidas em aceleradores lineares de elétrons onde são emitidas através de fótons ou elétrons. Uma vez emitidos e direcionados a massas tumorais, danificam o DNA das células cancerosas fazendo com que o tumor regrida de tamanho ou até seja destruído.

  1. Qual a sua finalidade?

Tem finalidade curativa, paliativa, antiálgica, associada à quimioterapia, pós-operatória ou pré-operatória.

  1. Quem pode trabalhar com radioterapia? Qual a formação necessária para trabalhar com radioterapia?

Para trabalhar com Radioterapia o profissional deve ser formado em técnico ou tecnólogo em radiologia, com especialização ou pós-graduação em radioterapia.

  1. Como é o mercado de trabalho para essa área no Brasil?

Hoje, o mercado de trabalho é um dos melhores na área de radiologia, com uma carência muito grande. O profissional de radioterapia tem vagas em abundancia em diversas clinicas especializadas e com ótima remuneração.

A Maxim Cursos oferece pós-graduação em Radioterapia e está com turmas em três cidades: Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza. Saiba mais: http://migre.me/tYWqz

 

Curso de Formação em Radiologia Industrial tem ótima procura e é recomendado por alunos de Fortaleza

Expectativa é de turma cheia em junho

O curso de Formação em Radiologia Industrial, oferecido pela Maxim Cursos, fornece aos alunos conhecimentos teóricos e práticos sobre Proteção Radiológica, Radiografia Industrial, Medidores Nucleares, Irradiação Industrial, Técnicas Analíticas e outras aplicações industriais das radiações ionizantes. Ele é o mais completo da área industrial e pré-requisito para atuar nas áreas de inspeção de segurança não invasiva (radiografia em portos, aeroportos, fronteiras etc.), inspeção industrial (radiografia utilizada no controle de qualidade em peças, soldas, indústrias petroquímicas, estaleiros etc.) e em outras áreas relacionadas.

O Centro de Educação Técnica e Tecnológico – Cetta, parceiro da Maxim em Fortaleza, promove o curso a seus alunos no Ceará. Segundo José Milton de Castro Brito, da Cetta, a expectativa que cercam as aulas são as melhores possíveis. “De acordo com os nossos cálculos, teremos uma turma numerosa no mês de junho. As inscrições estão caminhando muito bem”, comemorou José Milton.

Ao ser perguntado como anda o mercado capacitado para receber alunos formados no curso de Radiologia Industrial, Milton garantiu o pioneirismo do Ceará e mostrou ter esperanças no futuro. “Fomos os primeiros a oferecer o curso na área. O mercado cada vez mais está abrindo novas oportunidades para os formados que buscam uma estabilidade”, disse.

Se tratando da questão da satisfação dos estudantes, também há o que festejar. “Temos alunos felizes aqui em Fortaleza. Eles estão, sem dúvidas, satisfeitos com os resultados do curso”, garantiu.

Se formado no curso, o aluno estará apto para operar qualquer tipo de emissor de radiação ionizante industrial e, além do cargo de operador, poderá assumir o cargo de técnico de radioproteção ou, até mesmo, supervisor de proteção radiológica substituto, desde que comprove a conclusão do nível superior. A atuação abrange diversas áreas da indústria, dentre elas: o setor petroquímico e petrolífero, metalúrgico, papel e celulose, eletromecânico, naval, nuclear, automotivo, mineração, siderúrgico, bélico, segurança em portos e fronteiras etc. O aluno precisa ser formado como técnico ou tecnólogo em Radiologia ou estar em fase de conclusão para se matricular no curso.

Para se inscrever nas próximas turmas na Maxim, basta acessar http://migre.me/t5LFC.  Para ter mais informações sobre o curso na Cetta Cursos, entre em contato pelo telefone (85) 3023-7083.